Lilypie

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Parte II - Das 7 às 13 semanas de gestação

Após dada a notícia aos futuros avós e tios, foi a vez de dar a notícia a umas amigas especias que são uma espécie de "tias" emprestadas já que tanto eu como o P. (pai do rebento) as consideramos como manas (L. e N.). Entretanto fomos contando aos outros amigos à medida que a ocasião assim o pedia.

A escolha da minha médica foi fácil já que não poderia estar em melhores mãos: a "mana" Pi (que logo que soube da boa nova se prontificou a dar todos os mimos e conselhos à futura mamã e a acompanhar a evolução do sobrinho dentro da minha barriguinha) e o local para ser acompanhada durante estes 9 meses seria a Maternidade Júlio Dinis (MJD).

Marcámos a primeira consulta na MJD para 14 de Maio (10 semanas) e o nosso pequeno estava nesta altura com cerca de 33 mm e já era muito mexido. Foi mais uma vez um momento muito especial para os papás e para a tia. A ecografia do 1º trimestre e as primeiras análises foram marcadas para as 12 semanas.

Após esta fase, começamos a pensar no nome para o nosso bebé: se fosse menina o nome já estava escolhido há alguns anos - seria Beatriz (sem qualquer dúvida); se fosse um rapaz, seria mais complicado de escolher pois não tinhamos nenhuma ideia formada. O pai acabou por escolher, com o meu aval, o nome Daniel. Quem ficou muito feliz com a notícia, e orgulhoso também, foi o avô paterno que tem o mesmo nome.

No dia 20 de Maio foi um dia especial para a mamã: completou 31 voltas ao sol e na última volta já transportava um passageiro muito especial: o nosso mais que tudo. Ora vamos lá ver alguns factos curiosos:
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O nosso rebento tinha 11 semanas de vida, media cerca de 5 cm e pesava apenas 8 grs.
A mãe contava com 1652 semanas de vida (mais as 40 semanas de gestação), mede 160 cm e pesava cerca de 54 Kg.
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No dia 30 de Maio foi dia de conhecer um pouco melhor o nosso bebé: tinha cerca de 7 cm e pesava aproximadamente 15 grs. Estava tudo bem e as análises também. Quanto ao sexo do bebé nada se soube nesta data.
Os papás sairam da consulta, mais uma vez, com um sorriso de orelha a orelha porque tudo indicava que o nosso bebé estava bem de saúde e continuava a desenvolver-se.

As apostas quanto ao sexo do pimpolho não se fizeram tardar e quase todos (com excepção do tio R.) acreditavam que seria um menino. O P. estava super contente com a tendência já que preferia que fosse um menino para 1º filho (sim, porque queremos ter uma família grande e não pensamos ficar por aqui...mas ainda é cedo para pensar nisso!).

Durante estas 5 semanas há a registar que tive fome como nunca tinha tido. Comia a toda a hora, estava sempre a pensar em comer e só me deliciava com pratos "cheios". O P. nem se aproximava da cozinha. Queria ser sempre eu a preparar as refeições uma vez que já tinha em mente o que iriamos comer! Foi uma loucura. Um fim-de-semana apeteceu-me feijoada e consegui comer umas 4 ou 5 refeições seguidas sempre o mesmo: feijoada (mais feijão que carne). Engordei 5Kg em 6 semanas. Os enjoos continuaram sem aparecer (ainda bem!) e só tive uns 4 dias espaçados em que senti alguma azia (nada que me impedisse de comer!). O sono também foi muito: nesta altura saía de casa para trabalhar por volta das 7h45m e só regressava por volta das 19h30m, pelo que não havia muitas hipóteses para dormi uma soneca, mas que apetecia, lá isso apetecia! Depois de jantar, é que era certo que adormecia logo no sofá.

No início do mês de Maio, eu e o P. decidimos que nos casariamos dentro de dois meses: começaram assim os preparativos para mais um momento muito especial que seria vividos a três no mês de Julho.

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